Grandes marcas já entenderam o valor da arte no ambiente corporativo.

Matéria
A arte deixou de ser detalhe
Hoje ela também impulsiona criatividade, bem-estar e valor no ambiente corporativo.
Mais do que compor o espaço, a arte vem sendo usada para transformar ambientes em experiências mais estimulantes, memoráveis e alinhadas à marca. Ela pode reforçar presença, comunicar conceito e contribuir para a forma como empresas inspiram pessoas, diferenciam seus espaços e elevam valor percebido. Tema discutido também por fontes como a Forbes.
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Case Externo
Quando o conceito sai da tela e ocupa o espaço.
Netflix e Chemical X materializaram o universo da série em uma instalação artística composta por milhares de falsos comprimidos.
O case mostra como uma campanha pode ganhar força quando deixa de ser apenas comunicação e passa a se tornar presença física, experiência e repercussão.
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Case Externo
Escultura com expressão de inovação.
Em colaboração com artistas, a Toyota criou uma instalação de forte presença visual para traduzir contemporaneidade em forma física.
O projeto mostra como arte, marca e espaço podem se encontrar em uma peça capaz de comunicar identidade, conceito e diferenciação de forma memorável.
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Case Externo
Sustentabilidade que ganha forma.
Na flagship Samsung Gangnam, os HUG BEARs transformaram plástico reciclado em uma escultura de forte presença simbólica.
A instalação mostra como uma peça física pode evidenciar compromisso ambiental, reforçar valores da marca e tornar a sustentabilidade mais visível, memorável e conectada ao espaço da marca.
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Case Externo
Quando o material também constrói identidade.
No estádio do Minnesota Twins, extremidades de tacos de beisebol foram transformadas em uma instalação que reproduz o símbolo do clube e da Major League Baseball.
A peça mostra como materiais ligados ao próprio universo de um segmento podem deixar de ser apenas elemento funcional e passar a comunicar identidade, contexto e presença visual de forma imediata.

Case Externo
Logotipo customizado para o ambiente corporativo.
Na sede do LinkedIn em Chicago, flores secas foram encapsuladas em um bloco de acrílico para transformar o símbolo da marca em uma peça física personalizada.
O projeto foi criado para dar mais vida aos corredores da empresa e transformar o logotipo em um elemento visual mais leve, humano e memorável. Em vez de apenas sinalizar, a peça passa a compor o ambiente com presença e delicadeza.

Case Externo
Arte de parede como parte da experiência da marca.
A Converse convidou artistas para transformar um espaço pop-up em uma experiência visual imersiva, conectando arte, ambiente e identidade de marca.
Mais do que expor produtos, o projeto mostra como quadros, murais e intervenções visuais podem compor o espaço de forma estratégica, tornando a marca mais presente, memorável e alinhada ao universo que deseja transmitir.
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Case Externo
Experiência de marca em forma de interação.
Na campanha "Compartilhe uma Coca-Cola", a marca convidou as pessoas a dividir uma bebida enquanto relaxavam em um sofá.
A ação transforma a comunicação em vivência e mostra como experiências simples podem aproximar o público da marca de forma espontânea, memorável e naturalmente compartilhável.

Case Externo
Um personagem de marca criado para gerar presença e registros.
A Goose Island transformou o urso da linha Beer Hug em uma escultura de grande formato pensada para interação e registro espontâneo.
A peça mostra como um personagem pode sair da embalagem e ganhar presença física no espaço. Mais do que representar a marca, ele se torna ponto de atenção, experiência e memória para quem interage com o ambiente.

Case Externo
Uma intervenção artística em meio à tradição.
Nos 150 anos do Hotel Sacher Vienna, esculturas foram instaladas na entrada para transformar a celebração em presença visual marcante.
O projeto mostra como um espaço histórico pode incorporar arte contemporânea sem perder sua identidade. A intervenção cria contraste, chama atenção e reforça o ambiente como destino cultural e memorável.
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Case Externo
Painéis artísticos aplicados ao ambiente corporativo.
No escritório da Nike em Pequim, tênis, frases e elementos da marca foram reinterpretados em instalações físicas.
Onze instalações artísticas foram criadas a partir da própria história da Nike. Padrão dos tênis, materiais ligados aos produtos e frases icônicas da marca ganharam painéis, formas e composições tridimensionais, mostrando como a identidade pode ocupar o ambiente corporativo com presença e memória.
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Matéria
Arte no ambiente corporativo também é investimento.
Mais do que compor o espaço, obras no ambiente de trabalho podem reforçar identidade, atrair talentos e elevar valor percebido.
A matéria mostra que a arte no ambiente corporativo deixa de ser apenas decorativa quando passa a expressar marca, cultura e visão. Em vez de apenas preencher paredes, ela ajuda a transformar o espaço em algo mais memorável, estratégico e conectado à identidade da empresa.
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Visão de Mercado
Arquitetura experiencial também passa pela arte.
Profissionais que trabalham com consumo, marca e espaço já tratam a arte como parte da experiência, e não apenas como detalhe decorativo.
A leitura de mercado mostra que ambientes memoráveis não são construídos só com arquitetura, mobiliário e iluminação. A arte também vem sendo integrada aos projetos como recurso de presença, diferenciação e conexão com o público.
Assistir vídeo →Grandes marcas já entenderam. A sua pode ser a próxima.
Conte o que sua empresa quer comunicar e transformamos em presença física.
